segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

As 100 metas para 2013

Hum, é meio piegas listinhas, principalmente nessa época do ano.
Mas... já que a gente tem que tentar sempre o que for melhor pra gente né...
Vamos lá... a intenção é vir dando uma olhada no decorrer do ano e.... e riscando as metas alcançadas, que serão muitas,  e serão!!!!!!   (update 29/05/2013)

Financeiro
  1. Pagar tudo o que devo no cartão de crédito. (em andamento)
  2. Não usar mais cartão, exceto para compras à vista e para combustível. (em andamento)
  3. Me controlar nos gastos, para fechar o 2013 sem contas. (passei reto na porta da minha loja preferida de sapatos), me sinto orgulhosa de mim, às vezes 20/05
  4. Ter juízo e guardar dinheiro. Isso será ainda melhor caso eu já consiga um contrato no começo do ano (Na torcida!!!!!) (ok, agora falta é planejamento e força de vontade)
  5. Diminuir as despesas fixas. (ainda não)
  6. Quitar pelo menos uma das "grandes" despesas fixas. (ainda não)
  7. Pegar leve com os sapatos, meta: 1 par no primeiro semestre e 2 pares no segundo (sou uma boa menina, eu mereço) (em andamento) acho quem nem 1 par no segundo semestre...
  8. Pegar leve nas liquidações com as roupas. (em andamento), momento que pretendo vencer e cumprir a meta
  9. Pensar, analisar e só comprar o Tablet somente quando eu puder!(não preciso disso)
Cultural
  1. Terminar a meta dos 100 filmes parte II,  (faltam 10)
  2. Iniciar a meta dos 100 filmes parte III
  3. Ler 100 livros em 2013 (incluem-se todos os gêneros) (putz, nem 2 eu li)
  4. Ler mais livros doutrinários (meta difícil de alcançar)
  5. Ver mais filmes conteporâneos ok
  6. Estudar inglês, aproveitar as horas na esteira e trabalhar com músicas. (ficou só na promessa)
  7. Estudar a gramática inglesa pelo menos uma vez por semana. (idem ao 6)
  8. Fazer uma viagem.
  9. Conhecer o mar.
  10. Ir a um museu
  11. Ir a um parque ou jardim botânico.
  12. Deixar um pouco as redes sociais de lado. (urgente)
  13. Ler TODOS os livros da Ana Beatriz de Barros.
  14. Ver pelo menos 10 documentários durante o ano.

Social e pessoal
  1. Sair pelo menos uma vez por mês (mesmo que sem vontade). (fiquei devendo o maio)
  2. Dar mais atenção para as amigas. (essa meta, eu sinceramente, não ligo)
  3. Conhecer mais gente.
  4. Jogar mais conversa fora.
  5. Ser menos dramática. ok
  6. Ter mais paciência com as amigas.
  7. Aceitar as pessoas como elas são e não perder tempo em querer mudá-las ao meu jeito.ok
  8. Ter mais paciência e saber fugir dos colegas problemáticos de trabalho. ok
  9. Sair sem a pressão que eu sempre me coloco. urgente
  10. Dar menos drama e mais leveza ao cotidiano.ok
  11. Criar o hábito da prece todos os dias. mais ou menos ok
  12. Não deixar o lado espiritual de lado. ok
  13. Ser mais altruísta e menos egoísta  mais ou menos ok

Profissional
  1. Organizar-se melhor com vista de que eu ganho tempo e segurança com isso.
  2. Não levar problemas para minha vida pessoal.  ok
  3. Não deixar que alunos tirem meu sossego.  ok
  4. Não ficar discutindo eternamente sobre problemas funcionais e sobretudo institucionais.  devendo!!!!
  5. Escolher os freelas que eu for pegar ok
  6. Não me desesperar com muito serviço. dá pra melhorar
  7. Impor respeito. em andamento
  8. Ser mais comprometida, não deixar a preguiça, o desânimo me pegar. em andamento
  9. Terminar meu material do Cesec (material de apoio, APSD, roteiro de estudo e respectivos gabaritos) devendo!
  10. Incluir muitas questões no Banco de Provas  em andamento
  11. Aumentar o Banco de Aulas. em andamento
  12. Montar algumas em Power Point  devendo
  13. Selecionar algumas aulas em Power Point prontas encontradas na Internet. devendo
  14. Colocar todo esse material no Pen drive. devendo
  15. Fazer um planejamento (independente de escola) conforme o CBC dos três ano do ensino médio. falta só do primeiro ano

Familiar
  1. Dar mais atenção aos meus pais.  devendo
  2. Ser mais compreensiva.  em andamento
  3. Ter mais paciência.  ok
  4. Cooperar mais com o serviço, sobretudo com a limpeza da casa.  devendo e muito!
  5. Começar a amadurecer a ideia de morar sozinha.ok
Estético
  1. Continuar na academia.
  2. Ir pelo menos 3 vezes na semana.
  3. Fazer pelo menos 1 hora de exercício aeróbico na academia.
  4. Começar a fazer caminhadas nos dias em que eu não for na academia.
  5. Alcançar a marca dos 68 kg.
  6. Manter o cabelo com a escova progressiva
  7. Manter o cabelo longo
  8. Fazer hidratação uma vez por semana.
  9. Usar um esfoliante corporal pelo menos uma vez por semana.
  10. Lavar o rosto todos os dias ao dormir.
  11. Continuar com o filtro solar e gel área dos olhos.
  12. Fazer um clareamento
  13. Nunca, mas ever, esquecer de fazer as unhas, depilar-se, deixar a raiz crescer demais e fazer a sombrancelha
  14. Nunca esquecer e para que isso sempre olhar no espelho o quanto eu sou atraente.
  15. Usar mais saltos.
  16. Deixar os vestidos um pouco de lado.
  17. Adotar um estilo mais jovial.
 Afetivo
  1. Ser menos ansiosa.
  2. Ter menos pressa.
  3. Esperar menos dos moços.
  4. Compreender que alguns não estão aptos a me dar o que eu preciso.
  5. Não ser grudenta.
  6. Ter autocontrole.
  7. Ter fé, de que as coisas vão melhorar e que em algum lugar há algo escrito, e que diz que eu não vou ficar sozinha pra sempre!

*em tempo não vou colocar como meta encontrar alguém, ter um namorado, haja visto que isso não depende só de mim, porém o que cabe a mim eu farei: que é arrumar a casa e preparar o coração...


Sobre o término do ano

Último dia do ano.
Ano que foi bom, acreditem, alguns momentos foram classificados como perfeitos, os melhores da minha vida.
De um primeiro semestre horroroso profissionalmente e de grande superação no segundo.
Marcado pela frustração de não ter passado tão bem em um concurso e da esperança atual de que a minha posição seja o suficiente para um contrato. Esse assunto, o tão aguardado concurso, serviu para que eu compreendesse que eu sou limitada, e isso não ruim e nem deve servir para que eu me coloque mais baixo. Percebi afinal de contas, que sou humana: passível de cometer erros, de ser preguiçosa, etc e tal.
Esse ano eu comecei a perceber o quanto eu me cobro, na minha cabeça, com os meus 30 anos, eu teria que:
  • Ter um carro novo quitado, sempre limpo e de preferência não popular.
  • Ter minha casa, muito bem decorada, bem localizada, que tenha dado uma bela entrada e com poucas e suaves prestações para pagar.
  • Estar magra, na casa dos 60 kg, sem celulites, sem estrias, sem lei da gravidade agindo, sem falar no cabelo, a eterna obcessão, este com aquele ondulado natural quando eu acordo. (só no sonho mesmo)
  • Efetiva em dois cargos, ganhando bem, tendo total domínio em sala de aula, não trazendo nenhum problema de trabalho para a minha vida pessoal.
  • Viajando pelo menos 2 vezes por ano, viagens internacionais inclusive.
E o afetivo né, que dá assunto para um post inteiro.

Mas reconheço é muita coisa.
E confesso também que a pressa atrapalha demais, por mim, eu teria tudo isso ontem.
Eu tenho muita pressa em ser feliz ou algo próximo disso. Pois confesso, hoje, eu vivo, sobrevivo, não sinto feliz em nenhum aspecto da minha vida.
Devo agradecer as coisas que possuo sim. Porém, essas são as indispensáveis como saude, um teto, família mais ou menos estruturada, comida na mesa todos os dias.
A cereja do bolo, esta que eu tanto procuro ainda não veio, não apareceu.
Todos aqueles tons coloridos que eu tanto busco, parecem que são inatingíveis em alguns momentos, às vezes, tenho a sensação que é impossível, que eu vou ficar a vida inteira nesse ritimo: ritimo de viver para pagar contas, contas essas que eu faço para suprir o vazio que invade às vezes.
Mas hoje é dia em que além de contabilizar os prejuízos, é dia de ser otimista, esperançosa.
Eu tenho um lema de vida: eu só ando pra frente, posso até estacionar em alguns momentos, mas nunca, nunca ando pra trás.
Que meu 2013, seja um ano de muitos e muitos passos adiante.
Seja o ano do novo.
De nova situação profissional e financeira (a estabilidade tão esperada), novos lugares, novas amizades, novas sensações e novo amor.

sábado, 25 de agosto de 2012

Sobre Encontros e Despedidas

Felizmente (ou infelizmente) eu sou uma pessoa dada a extremos.
Por exemplo, sobre o apego para com as pessoas. De duas uma: ou sou estremamente fria e formal e dou graças a Deus quando vejo que não a verei mais ou simplesmente sou a mais "felícia" do mundo e me apego.
E claro, como tudo nessa vida que foge do equilíbrio, as coisas não acabam bem.
Talvez essa seja uma das origens da minha fama de anti social, antipática e até mesmo geniosa, claro, conceito esse para as pessoas que eu "julgo" (que péssimo isso) que não vão acrescentar nada em minha vida e com isso provavelmente devo ter perdido excelentes oportunidades de convivência e até mesmo amizades.
E na outra ponta, no outro extremo, a doçura (até desmedida) para àqueles que julguei que deveriam entrar na minha vida e que minha prepotência instituiu que deveriam ficar.
Pessoas entram e saem da vida da gente a toda hora. É o ciclo da coisas, não tem jeito.


Algumas, passado um tempo (tempo esse de muita lamentação e sentimento de perda) nos dão uma sensação de alívio, sim, pois vem a ideia: que bom que está bem longe e não tenho nada com essa pessoa e isso não se refere somente aos "ex", referem-se ao todo tipo de pessoa que a gente esbarra por ai.
Mas por outro lado, a sensação de perda da convivência com alguns, não passa nunca.
É por essas o meu registro de hoje.
A vida dá vários motivos, àquelas que se foram, àquelas que simplesmente mudaram de cidade, a incompatibilidade de gênios que forçou o afastamento e o pior motivo de todos: o desinteresse de outra parte em me manter em sua vida. Essa é a pior despedida: sair da vida de alguém que já nos quer nela.
Mas como diz a música "As brigas que eu ganhei nenhum trófeu e as que perdi, essas sim, eu nunca esqueci", tenho que mudar a visão das coisas e dar valor sim àqueles que estão em minha vida. Àqueles e àquelas que mesmo com todos os meus ataques de extremismo permanceram e permanecem e sei que posso contar sempre.


domingo, 17 de junho de 2012

Sobre normalidade e outras definições


O que é ser normal?
O que será estar dentro dos padrões?

Confesso, isso me desgasta e muito.

Em tempos em que se definem pessoas pelo o que elas têm, pelo seu estado civil e não pelo o que ela realmente são... Fica díficil e quase impossível estar dentro dos padrões.
Fiz 30 anos essa semana e parece que agora está autenticado e registrado em cartório o meu fracasso. Sim... é péssimo, mas ás vezes eu me sinto assim...
Felizmente, na maior parte do tempo eu mando todo esse sentimento pro espaço, mas... massssssss... em alguns momentos me permito me sentir assim.
Não sei se posso afirmar que estou frustrada, pois quando mais nova, lá pelos 16, 17 anos eu não me imaginava com 30. Não sei porquê.
É meio besta pensar que um número possa mudar tudo... hum, mas ai que surge a merda dos padrões.
Eu tenho notado que tenho me desprendido da importância do que os outros pensam, tenho visto que no fim, restará somente eu e meus pensamentos, enfim minha consciência.
Para os padrões vigentes da sociedade hipócrita brasileira-mineira-passense, eu deveria estar casada, com pelo menos 1 filho, com um emprego estável, ganhando bem, com dinheiro no banco, com o carro do ano, viajando pelo uma vez por ano e claro: magra e linda. Só de imaginar cansei...
Eu estou longe de tudo isso, sou a única da turma da época que não casou/não teve filho.
Vamos por partes.
Maternidade, definitivamente, não está nos meus planos, acho é bom, pois não tem coisa melhor que pensar que a única pessoa que eu tenha que cuidar seja eu mesmo. Não quero estar responsável por outra pessoa, tão cedo, pois sinceramente, agora que estou aprendendo a cuidar de mim. Antes tarde do que nunca.
Casamento, antes de pensar nisso eu penso em namoro.
Hoje, depois de ganhar na mega sena, seria o que eu mais queria. Me sinto muito sozinha. como já disse em outros posts é a cereja do bolo que eu tanto procuro, é algo complicado, pois envolve uma série de dificuldades: baixo auto estima (por causa da minha cor, acho que estou uns 3 níveis abaixo que qualquer mulher), timidez (eu não sei paquerar, um dia aprendo).
Só sei que esses assuntos são muito, mas muito díficeis de lidar.
Mas a gente vai levando né...
E confesso às vezes eu amo não ser "normal", estou fora dos padrões yeah!
E quero acreditar que tem alguém nesse mundão procurando por alguém assim como eu: fora dos padrões, preocupada em somente ser fiel a ela mesma.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sobre dificuldades

Em certos momentos da vida, o que mais falta é um apoio.
Algo como a simples presença, um abraço... simplesmente alguém que pegasse em minha mão e não falasse nada: só que ficasse ali, para que eu me lembrasse que eu não estou  sozinha nessa.

Entendo que talvez a vida esteja impondo que eu me vire sozinha, que eu cresça. Talvez seja isso.
Também entendo que há pessoas que nãp conseguem apoiar, não é da natureza delas e tal... isso a gente vai aprendendo com a convivência com os vários tipos de pessoas que existem e consequentemente aprendendo a respeitá-las.

O ruim, o doloroso é quando você mais precisa, a gente recebe o contrário: mais cobrança. retaliação, repreensão...

Como eu disse: eu só quero um apoio.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Paciência


Ah o frio... e acho que nem começou o inverno ainda...
Só consigo pensar uma coisa nessa época: CAMA! Não tem coisa melhor, ficar quietinha , ouvindo um rádio... quando a minha consiência deixa, (pois eu sempre tenho mil coisas pra fazer) eu me jogo, bom demais.

No meio desse turbilhão, que são meus pensamentos. Estava perdida em um e esse é constante: o tempo.
Quando as coisas não andam bem a gente deseja que ele passe logo.
E dá-lhe jogo de cintura e bastante filosofia para compreender a dinâmica do jogo.
Eu gostaria de dormir e acordar em 2013, sei lá, talvez o ano que vem eu tenha outras oportunidades.
Uma vez ouvi de um astrólogo que depois dos 30 a minha vida ia mudar, aquelas coisas de ascendentes e tal. Quer saber? Ultimamente tenho acreditado nisso.
Acho que quando der 6:30 da manhã do dia 11 de junho desse ano, haverá uma revolução astral, a roda da fortuna vai girar para outro lado.
Sim... está parecendo que estou usando psicotrópicos, não, não é caso.
A idade é linda: 30 anos. E como disse uma amiga que já fez: "a pressão é nos 29, depois que chega os 30 fica tudo normal de novo", ah tomara né.
E ainda sobre esse assunto, estou me lembrando aqui que a maioria das coisas boas que aconteceram na minha vida, foram no segundo semestre. O primeiro semestre, sempre fica com as consequências do segundo. Veremos se isso é verdade ou mais uma teoria doida que eu inventei. Veremos!!!!

"Não há noite tão longa que impeça o nascer do dia"
É por ai...
Meu momento atual é de arrumação: jogar fora o que não me serve mais, o que me atrapalha, o que só me aborrece. Faxina.

Mesmo crendo nesse lance de astral, da intercessão dos amigos espirituais e da ntervenção Divina. A peça mais importante nessa engrenagem sou EU.
Cada vez mais acredito que se a gente sabe exatamente o que quer, já é mais que meio do caminho andado. Foco.
Hoje sei exatamente o que quero e não vou aceitar metade ou pior esmola. Mesmo que isso implique uma demora a mais.

É um barco saindo do porto. Nele há todas as coordenadas, todos os suprimentos. Vai depender de mim "quando" e "como" ele chegará seu destino final.
Depende só mim.

E mais uma metáfora, essa foi meu mentor que me inspirou dia desses: Procure ser uma árvore boa para produzir frutos bons. Não adianta querer ser o contrário, só se perde tempo.

Bora trabalhar!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sobre relacionamentos, homens e insistência

Fins de semana prolongados são ótimos para sair da rotina, dormir até mais tarde sem culpa e péssimos pelo simples fato de que nos levam a parar. E parar pra pensar.
Eu que estou eterna reflexão e não poderia ter sido diferente esses dias.
Alguns progressos, poucos retrocessos, até que no fim da contas está tudo bem.
A única coisa que me mata é o marasmo. Isso vale para todos os setores da minha vida, odeio as coisas estagnadas, eu gosto de movimento, fluidez...
Mas como lidar com uma fase de quando nada acontece? Quando se cansa de bater em tantas portas e constatar que todas estão fechadas...
O tempo que é sempre senhor razão, mostra que ainda bem que algumas portas foram fechadas a mim, pois se tivesse acontecido o contrário, seria uma sucessão de aborrecimentos.

Mas ter um coração completamente vazio é ruim.
É uma sensação de não saber o que fazer.
Sim claro, o correto é direcionar as energias para outros setores e confesso que funciona. Proporciona bons frutos, enfim, é bom.

Mas falta a cereja do bolo.
E pior, depois de tantos nãos, acabei ficando calejada, o que não deixa de ser todo ruim, aliás me poupa muita energia. Explico.
Tem coisas que realmente não são pra ser, não adianta insistir.
Há uma pessoa que eu era apaixonada, mas ele quer a mulher perfeita, por um tempo eu pensei que poderia me transforma nessa. Mas hoje vejo que não, é impossível e além do mais é degradante para mim.
Eu posso ser metida, orgulhosa, em alguns momentos invejosa, mau humorada de manhã, prepotente, etc e tal. Mas por outro lado eu sou amiga, leal, estudiosa, espirituosa. Juntando os defeitos e as qualidades é o que eu ser a pessoa que sou. Sinceramente, hoje, não vejo por que mudar, é minha essência.

O algo verdadeiro que quero tanto viver, vai acontecer naturalmente. E isso é uma questão de lógica, não tem magia, nada de sobrenatural nisso. Só um pouco de acaso.
O senhor quase perfeito vai me aceitar do jeito que sou e eu a ele.
É díficil colocar essa ideias em prática, muito aliás. Mas a gente vai insistindo, vivendo um dia de cada vez.
Dói um pouquinho...
Mas antes um coração inteiro do que um partido em mil pedaços né?
E é uma delícia perceber que depois de tantos nãos, eu estou aqui firme e forte, inteira e o melhor, sempre pronta para a próxima, ou melhor, o próximo.


terça-feira, 17 de abril de 2012

Sobre tristeza, incertezas e chatice


"Quero me encontrar mas não sei onde estou"

É simplesmente isso.
Há momentos em que a gente não sabe para onde correr. Já não se quer repetir as mesmas fórmulas que nunca deram certo e tampouco tem-se a coragem de usar novas...
Eu sou do tipo de pessoa que prefere um grande problema do que um vazio existencial;
Em minha religião, se fala muito em proteção: algumas coisas não acontecem, pois é uma espécie de proteção para algo de ruimque possa acontecer lá na frente...
Foi mais ou menos que tratei no post anterior.
Concordo... e até posso considerar isso como uma dádiva.
Porém... em épocas de que nada acontece e vive-se numa rotina nada colorida, confesso que dispensaria essa "proteção". Penso: pelo menos eu viveria algo, sentiria e no fim aprenderia... talvez, com os meus erros.

"Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente"

Sim! Isso o que eu quero!
Movimento, agilidade, a tal fluidez que eu tenho buscado...

"Estou cansado de bater e ninguém abrir"

Já essa parte é assunto para um post inteiro...
Enfim, quanto mais o tempo passa, mais compreendo de que não se deve gastar vela com defunto ruim.
Bora botar na cabeça: tem gente não merece um milésimo de segundo do meu pensamento.
Amores platônicos só dão certo nos filmes da década de 30... 40, os de 50, 60 nem tratavam disso, de tão idiota que é essa ideia.
O príncipe encantado, ao invés de salvar a princesa está cuidando da vida dele e nem se lembra da existência da Cinderela.

"Não é a vida como está. Mas sim as coisas como são."

Pés no chão.
Odeio ter que dizer isso, mas o jeito é pegar esse monte de limão e fazer uma limonada!
E passou da hora de largar esse saco de batata podre que eu carrego há tempos!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sobre liberdade, frustrações e futuro

Ultimamente tenho pensado muito no futuro.
Pra ser sincera, tenho muito medo do que possa vir a ser o meu futuro.
Muitas vezes, percebo que vivo num passado cheio de frustrações ou numa preocupação com um futuro nem de longe feliz. A ultima coisa que faço (e que seria o correto fazer) é viver o presente.
O presente que é uma chatice: problemas e problemas para resolver, resolvo um aparecem dois ou três.
E já que eu desejo tanto uma outra vida, resolvi fazer um exercício: Descreverei a vida que teria se "certas coisas" tivessem dado certo.

Situação 1

O ano é 1998, tenho 16 anos, enfim, o moço que "amava" resolveu namorar comigo. Um mês depois fui traída, mas eu já sabia que isso acontecer, afinal, todas o querem, nossa que orgulho namorar o moço mais requisitado.Eu sou demais!
Passados alguns meses, eu cada vez mais apaixonada e ele mais distante. Resolvo dar um dos golpes mais antigos do mundo: o golpe da barriga e deu certo. Pelo menos por um tempo.
Ele continuou vivendo a vida dele, estudando, fazendo cursinho.
Eu cada vez mais gorda.
Ele passou na federal e foi embora. E eu fiquei.
Fiquei com um filho, morando com pessoas que me fazem de empregada, pois depois que engravidei, meu pai me colocou pra fora e fui morar na casa da família dele.
Hoje, meu filho já é adolescente.
Quer morar com o pai e a madrasta. É só uma questão de tempo...
Moro ainda com a mãe do pai do meu filho. Tenho um subemprego, não consegui cursar uma faculdade. Não tenho namorado, também pudera, depois da gravidez, não consegui emagrecer. Daqui a pouco faço 30 anos e estou cada vez mais sozinha.

Situação 2

O ano é 2006, depois de 6 meses sendo cozinhada a banho maria, enfim, ele decidiu namorar comigo.
Enfim, já faz quase 6 anos.
Tudo bem que ele tem uma crises existenciais de vez em quando e me trata mal, mas é coisa que passa.
E também, super normal ele sempre ir para a cidade dele nos fins de semana e nunca me chamar.
E já ia me esquecendo, que super normal, algumas ligações que ele recebe durante a madrugada.
Estou com saudade, faz15 dias que não o vejo, fim de semana retrasado ele foi a uma festa com amigos. E semana passada com o feriado prolongado, ele decidiu viajar com os amigos.
Concluindo, daqui a pouco faço 30 anos e estou cada vez mais sozinha.

Situação 3
O ano é 2007, em um belo dia encontro um moço num bar da cidade: uma graça educado, bonitinho, inteligente.
De cara começou a namorar comigo. Como todo relacionamento: o começo, tudo ótimo.
Passado dois anos tudo esfriou, eu forço a barra e imponho para que moremos juntos. Foi assim que meu sonho de casamento foi pro ralo, nem eu, nem ele teria condições de bancar um cerimônia.
Ele apesar de ser uma pessoa fantástica possuia problemas familiares.
E agora, passado quase 2 anos de "ajuntamento" esses problemas agora são meus. Um sogro que requer atenção por motivos de saúde, uma sogra e uma cunhada que não gostam de trabalhar.
As ultimas me incomodam pois moro com elas. Ainda não temos nossa casa.
Até hoje não conheço um amigo dele e até hoje o meu "marido" não conversa direito com minha família.
Filhos? Se não tenho casa, como pensar nisso?
Tenho um "marido" mas estou perto de fazer 30 anos e me sinto muito frustrada.

Situação 4

O ano é 2011. O conheci da forma mais doida que se possa imaginar.
Creio que desde sempre, o que me fez presa a ele, foi a atenção que me dava. Sorte a dele, pois com tão pouca dedicação conseguiu muito.
Quase um ano de conversa, de pedir e pedir e nunca ser atendida.
Até que um belo dia, do nada, ele entrou na minha vida, digo pessoalmente, pois até então tudo era virtual.
Deu tudo certo.
Estamos juntos.
É dificil, pois ele tem suas crises existenciais e desconta em cima de mim.
Nosso relacionamento mesmo que recente já está caindo na rotina e ele tem tido umas atitudes estranhas: preferindo ficar em casa na internet e um sábado à noite do que ficar comigo.
Ele diz que gosta de mim, só que não tem vontade de me ver. Disse também que um dia ia me levar na praia, num feriado municipal, sim, não pode ser nacional,estadual, etc... tem que ser municipal.
Eu estou esperando, maio já está ai... se não der quem sabe agosto? Ou se não der fica pra 2013...
Estou com a pessoa que gosto, mas sinto que ela não está nem ai pra mim, vou fazer 30 anos e me sinto desprezada.


Confesso que depois desses dramalhões todos minha vidinha até que está boa.
É ruim demais só semear. Digo isso, pois é o momento que vivo: não fui beneficiada com nenhum tipo de colheita ainda. Minha compreensão, meu discernimento só me leva à direção do seguir em frente, não olhar para trás, não reclamar e buscar otimismo, fé, esse último o que anda em falta.

LIBERDADE, eu a tenho, mas eu não sei o que fazer com ela. Talvez se eu soubesse exatamente teria ido no show do Foofighters e "cagado" para esse sertanojo que persiste aqui na minha cidade.






FRUSTRAÇÃO, se resume ao fato de querer uma outra vida. Não gosto de ser solteira, não gosto de balada, queria estar em outra situação tipo essa:




FUTURO, simplesmente uma vida diferente da que tenho hoje. Eu quero e vou conseguir tudo isso:









E é isso!

sábado, 24 de março de 2012

Sobre exposição, insegurança, cobiça e hipocrisia


Com o meu eterno problema em administrar meu tempo, dias atrás estava dedicando o meu, em algo que não me acrescenta em nada: bisbilhotar a vida alheia.
A meu ver, a rede social do momento é o Facebook, nisso estava lá, fuça dali, fuça de lá...
Cai no perfil de uma “conhecida”, se bem que não é somente uma conhecida, mas isso é assunto para outro post.
Como ela está na minha rede de amigos (ainda), álbum de fotos: liberado.
Pronto, começou minha investigação.
Eu sou solteira há um tempinho e essa pessoa também era.
Por uma época, éramos próximas e lembro-me da sua fala: “temos que ser felizes sozinhas”, “o que importa é a amizade”, “vamos beber”, “vamos dançar”, ohhhhhhh que felicidade em ser solteira!
Escutei muito isso e o pior: ouvi muito sermão por pensar diferente.
Por “diferenças irreconciliáveis”, cortei amizade e não fazia ideia que o ser tinha começado a namorar.

Eu fico pensando, qual a lógica de postar tudo em rede social, a primeira viagem, o presente de natal, o presente de aniversário e sei lá mais ou quê... Eu, pelo menos eu, sinto que rola uma vibe: “quero esfregar na cara de todo mundo que eu consegui homem”.
Para mim, hipocrisia, pois cansei de ouvir: você tem que ser feliz sozinha, vamos beber, vamos dançar fugidinha (argh!).
Creio eu que pessoas assim, precisam se autoafirmar e nisso necessitam se expor tanto. No fundo, no fundo há uma insegurança enorme.

Mas o problema maior, foi como EU reagi a tudo isso.
Posso ter milhões de defeitos, mas um que não tenho é a hipocrisia. Sim, eu senti cobiça mesmo!

Se a intenção da moça era “esfregar” alguma coisa para alguém, pelo uma vítima ela conseguiu.
Refletindo com mais calma, vejo fraqueza e mesquinharia de minha parte.  Pois cada um tem seu tempo de colheita, o dela chegou primeiro que o meu.
E bobagem minha me impressionar com fotos... Eu não sei os fatos, nem tudo é o que parece...

Fica a esperança de que essa fase passe: a fase de que a vida dos outros me incomode.